
Grupos de apoio presenciais
Encontros mensais para pais e cuidadores compartilharem experiências, aprenderem juntos e descobrirem que não estão sozinhos.
Somos um coletivo dedicado a ampliar o acesso à escuta qualificada e ao cuidado psicológico para famílias em situação de vulnerabilidade em Diadema (SP), com foco especial em pais, mães e cuidadores de adolescentes e jovens em sofrimento psíquico.
Conversa sigilosa e sem julgamento.
Cinco frentes de trabalho, com prioridade para famílias em vulnerabilidade, todas em diálogo com a rede pública já existente no território.

Encontros mensais para pais e cuidadores compartilharem experiências, aprenderem juntos e descobrirem que não estão sozinhos.

Atendimento semanal para famílias encaminhadas pela rede local — um espaço para falar do que não cabe em uma consulta de 15 minutos.

Capacitação para reconhecer sinais precoces de sofrimento psíquico em adolescentes — em diálogo com a Lei 14.819/2024 (bullying) e a NR-1 (riscos psicossociais).

Conteúdo acessível sobre saúde mental familiar, baseado em pesquisa e vivência prática.

Ponte ativa com CRAS, CREAS, CAPS e SUAS de Diadema, para que nenhuma família fique sem encaminhamento.

Psicanalista clínico e publicitário
Pai de uma jovem diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Foi essa vivência — os acertos, os erros e o aprendizado ao longo do caminho — que o levou a estudar profundamente o tema e a atuar como voluntário oferecendo escuta a outras famílias que enfrentam o mesmo desafio.
Essa jornada está registrada no ensaio “Pai de uma filha Borderline”, em que revisa a literatura disponível sobre o transtorno e contribui com sua experiência pessoal, criando uma abordagem a ser compartilhada com outras famílias e escolas.

Assistente social
Pós-graduada em Saúde Coletiva, com ênfase em Estratégia Saúde da Família. Sua trajetória profissional foi construída na atuação direta com crianças, adolescentes, pessoas idosas, famílias e pessoas em situação de rua, incluindo trabalho de abordagem social.
Em Diadema, consolidou sua experiência no acompanhamento de famílias e adolescentes em situação de vulnerabilidade, na escuta e orientação e na articulação com a rede de proteção e serviços públicos. Essa trajetória, somada ao contato com diferentes realidades sociais, contribui para sua atuação no Escuta Solidária e para a construção de estratégias de apoio às famílias diante dos desafios relacionados à saúde mental.
Ampliar o acesso ao cuidado em saúde mental para famílias em situação de vulnerabilidade, com prioridade para pais, responsáveis e cuidadores de adolescentes e jovens em sofrimento psíquico — construindo pontes entre a escuta qualificada e a rede de proteção social já existente no território.
Buscamos equidade no atendimento, priorizando famílias e pessoas historicamente desassistidas pelo Estado — incluindo famílias negras (pretas ou pardas), pessoas LGBTQIA+ e pessoas em situação de rua.
Acreditamos que grande parte do sofrimento das famílias que acompanham um filho ou filha em crise poderia ser amenizado com três coisas simples de nomear e difíceis de encontrar: escuta qualificada, informação acessível e uma rede de apoio entre quem vive experiências parecidas.
Não estamos aqui para substituir a rede pública de saúde e assistência — estamos aqui para reforçá-la, ocupando um espaço de cuidado que, hoje, deixa muitas famílias sozinhas entre uma consulta e outra.

Bons indicadores de riqueza agregada convivem com desempenho insatisfatório em longevidade e escolaridade — revelando uma concentração de vulnerabilidade que a média municipal esconde.
Historicamente, a cidade também já ocupou posições de destaque nacional em índices de criminalidade, reflexo de um crescimento demográfico explosivo e desordenado vivido nas décadas de 1980 e 1990.
Iniciamos nossa atuação no Canhema, onde já existe relacionamento construído com a rede local de assistência social e saúde — e onde acreditamos que escuta qualificada pode fazer diferença real na vida de quem, até agora, teve pouco acesso a ela.
Oferecer escuta psicanalítica individual e grupos de apoio presenciais para pais e cuidadores de jovens em sofrimento psíquico no território de Diadema.
Capacitar professores e profissionais de saúde da rede local para reconhecer sinais precoces de sofrimento psíquico em adolescentes.
Fortalecer a articulação com a rede de proteção social e saúde de Diadema (CRAS, CREAS, CAPS, SUAS) para encaminhamentos qualificados.
Estruturar institucionalmente o coletivo para garantir sustentabilidade a médio e longo prazo.
Produzir e disseminar materiais educativos acessíveis sobre saúde mental e cuidado familiar.
Se você é pai, mãe, cuidador, professor ou profissional de saúde e quer conversar com a gente, é só chamar. A primeira conversa é acolhedora e sigilosa.
Respondemos de segunda a sexta, das 9h às 18h. Fora desse horário, deixe sua mensagem que retornamos.
Em situação de risco imediato, não espere: ligue 188 (CVV, 24h, gratuito) ou 192 (SAMU). O Escuta Solidária não é um serviço de emergência — somos apoio contínuo para o dia a dia de quem cuida.